terça-feira, 18 de outubro de 2011

Usted


El olor de la naturaleza
actuando en la nariz.
Los olores que se mezclan
con el olor de su piel.

Cuándo me voy a la calle
su cara no esta.
En cuanto, los olores de allá
son de la presencia tuya.

¡Venga! Presentate a mí.
No quiero, no puedo
vivir de está manera,
no más...

Soy triste, soy sola.
Con los olores de la calle,
sin la presencia tuya.

Escrito dia 31/05/10 às 17h57min.
Dentro do ônibus indo para a UEL.
Sentindo o cheiro que me fez recordar você.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Sentimentos

Amor?!
Palavra pequena
Cheia de significados
Um sentimento que
Carrega emoções:
Felizes;
Tristes.
As vezes...
Nos leva à cegueira da alma.
Com ele...
Sentimos;
Ponderamos;
Perdoamos.
Sem ele... Ah sem ele?!
Dúvidas;
Incertezas;
Tristezas;
Solidão.
Amor... Por amar.
Não o amor cego e
doentio da paixão.
Mas, o sentimento calmo,
do porto seguro.

Z. Herrera 12/10/2011 às 22h17min

domingo, 9 de outubro de 2011

Poema 1 - Autor: Pablo Neruda - Livro: Vinte poemas de amor e uma canão desesperada

Poema 1

Corpo de mulher, brancas colinas, brancas coxas,
te parecem ao mundo em tua atitude de entrega.
O meu corpo de campônio selvagem te escava
e faz saltar o filho do fundo desta terra.

Fui só como um túnel. De mim foram-se os pássaros
e em mim a noite entrava com sua invasão poderosa.
Para sobreviver-me te forjei como uma arma,
como uma flecha em meu arco, como uma pedra em minha funda.
Porém chega a hora da vingança, e te amo.
Corpo de pele e de musgo, de ávido leite e firme.
Ah os vasos do peito! Ah os olhos de ausência!
Ah as rosas do púbis! Ah tua voz lenta e triste!
Corpo de minha mulher, continuará em tua graça.
Minha sede, minha ânsia sem limites, meu caminho indeciso!
Escuras rugas de onde a sede eterna segue,
e segue a fatiga, e esta dor infinita.


Poema 1
Cuerpo de mujer, blancas colinas, muslos blancos,
te pareces al mundo en tu actitud de entrega.
Mi cuerpo de labriego salvaje te socava
y hace saltar el hijo del fondo de la tierra.

Fui solo como un túnel. De mí huían los pájaros
y en mí la noche entraba su invasión poderosa.
Para sobrevivirme te forjé como un arma,
como una flecha en mi arco, como una piedra en mi honda.

Pero cae la hora de la venganza, y te amo.
Cuerpo de piel, de musgo, de leche ávida y firme.
Ah los vasos del pecho! Ah los ojos de ausencia!
Ah las rosas del pubis! Ah tu voz lenta y triste!

Cuerpo de mujer mía, persistiré en tu gracia.
Mi sed, mi ansia sin límite, mi camino indeciso!
Oscuros cauces donde la sed eterna sigue,
y la fatiga sigue, y el dolor infinito.

...

Era noite e...
ela assistia a um lindo filme
de amor
Cenas lindas
pensamentos
dúvidas...
Cadê o amor?
No filme...
o mocinho corre atrás
de sua amada,
quem ama quem?
No cinema é fácil ver a paixão
nascer...
e na vida?
Medos
Incertezas
Angustias...
Proíbem, bloqueiam os sentimentos!
E ela?
Continua a ver as cenas românticas no filme.
Um beijo!
Sexo!
Enfim...
Felizes par sempre...
na história que ela vê!
E ela???
A falta... de sentimentos de amor
puro e verdadeiro!


A poesia nasceu no dia 08/06/2008 à 01h 07min.